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sábado, 27 de agosto de 2011

Bancada do PV trata da sustentabilidade do Brasil em encontro com Dilma

No encontro a presidente anunciou que o lançamento do programa Bolsa Verde será na Amazônia.


A defesa da sustentabilidade, do país e a importância da RIO + 20 foram os principais temas abordados no encontro da Bancada do Partido Verde com a presidente Dilma Rousseff, nesta quinta-feira, 25, em Brasília.


“Viemos agradecer o apoio da presidente na defesa do Código Florestal e pedir que continue seu empenho para que o Senado corrija as distorções, equívocos e retrocessos que foram cometidos na Câmara na votação do projeto”, relatou o líder da bancada, deputado Sarney Filho (MA).

Outro ponto destacado foi a realização da RIO+20 (cúpula de desenvolvimento sustentável que ocorrerá em junho de 2012, no Rio de Janeiro). “Falamos que a conferência poderia ser uma excelente oportunidade para discutirmos, dentro da economia verde, o combate à miséria e à pobreza. A gente nota que o governo da presidente Dilma está inteiramente engajado na agenda da sustentabilidade”, afirmou.

O parlamentar informou ainda que os verdes reafirmaram seu apoio às ações do governo com relação à limpeza ética e ao crescimento do país. “Conversamos a respeito das medidas que a Presidente tem tomado e dissemos que iríamos ser solidários na governabilidade”, disse Sarney Filho. Em nota divulgada semana passada, o partido foi o primeiro a se solidarizar com as medidas.


Na ocasião, a presidente anunciou que o lançamento oficial do programa Bolsa Verde será na Amazônia. O projeto faz parte do programa "Brasil sem Miséria" e prevê o pagamento de R$ 300 a cada trimestre para famílias pobres que realizarem atividades de preservação da natureza no meio rural (MP 535/11).


Sarney Filho informou que o PV não aderiu à base governista, mas que o fato de a presidente, cada vez mais, ampliar o compromisso com a agenda da sustentabilidade aproxima o partido e o governo. "Não sentimos essa necessidade. A presidente ficou muito satisfeita com nossa visita, mas não houve adesão ao governo. Vamos continuar com nossa postura de independência. O governo sabe que naquilo que for importante para o Brasil e para a sustentabilidade do nosso país, poderá contar com o Partido Verde”, disse o deputado.



Também participaram do encontro os deputados Penna, Ricardo Izar, Dr. Aluízio, Rosane Ferreira, Antonio Roberto, Fábio Ramalho, Roberto de Lucena, Lindomar Garçon e o Senador Paulo Davin.





Assessoria de Imprensa

Liderança do Partido Verde

Câmara dos Deputados

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Bora as pazes.

Pois é, enfim a hora chegou, depois de muita controvérsia de idéias e ideais, claro que tudo isso no plano político, entrei em conflito, ou melhor dizendo, quase em situação de guerra com um dos meus melhores amigos, o então prefeito municipal dessa cidade, o Jardel. Fizemos-nos juntos, nossas histórias políticas se fundem, não vejo uma ação municipal que não tenha sido escrita a quatro mãos, parque do povo, lagoa de tratamento de esgoto, escola conjunta com creche municipal, reurbanização do Aclimação, entre tantos outros projetos, tudo isso foi escrito por nós no nosso plano de governo no ano de 2000 em que o Partido Verde, ou melhor, o Jardel (a idéia e a confiança em nos lançar partiu dele) nos lançando a mim e o Gustavo canditados a prefeito de Pirajuí.


Ele deu o grande empurrão praquela que seria a campanha mais inesquecível de todas as nossas vidas, pela quantidade de soluções pra tantos velhos problemas, alguns que ainda persistem em continuar e precisam ser sanados.

Por ser convidado pelo próprio Partido Verde a encampar uma nova empreitada, fui convocado a ser presidente desse partido que amo de paixão e tenho orgulho de pelejar em suas trincheiras, e não poderia ser leviano a ponto de comprometer um partido, por causa de um problema pessoal ou mal resolvido, principalmente em se tratando do Jardel, que sempre foi um cara que admirei e devo muito a esse companheiro.

Semana retrasada liguei pra esse meu amigo e disse que travamos um bom combate, ele montado num dragão que cuspia fogo, e eu munido apenas com um canivete cego, foi uma boa batalha e o objetivo maior sempre foi o melhor, não pra mim e nem pra ele, mas pra nossa querida Pirajuí. Sempre respeitei esse meu velho amigo não importando qual lado da batalha ele estaria, inclusive mesmo adotando uma postura de oposição, fui o vereador daquele mandato que mais buscou recursos pra nossa cidade honrando o confiança da população e que mais contribuiu com o nosso prefeito a cada vez mais, melhorar a vida de nossos queridos e sofridos pirajuienses.

Como disse a ele, a trégua está aberta, a minha guarda está baixada, se ele quiser me dar um soco ou um abraço, essa é a hora! Deixo aqui minha estima e consideração a essa pessoa que sempre me respeitou, que tem um humor maravilhoso, e que não vejo a hora de reencontrar.

Abraço meu querido amigo.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Partido Verde - RJ


07/07/2011 - 15:00



Nota de esclarecimento aos brasileiros

nota oficial do Partido Verde



Executiva Nacional do PV



Nota de esclarecimento aos brasileiros



O Partido Verde e sua candidata fizeram nascer nos corações e mentes de milhões de brasileiros a idéia de uma terceira via possível, uma alternativa consistente ao quadro simplista que nos era apresentado, de um Brasil com apenas duas portas que poderiam ser abertas em direção ao futuro. Não apenas nos consolidamos como uma opção política concreta. Influenciamos a reformulação das plataformas dos dois candidatos alçados ao segundo turno das eleições presidenciais, mediante a inserção da questão moral e ambiental como tema de peso a ser considerado.



O Partido Verde e sua candidata, Marina Silva, fizeram história. A campanha que levou a causa verde para um número de brasileiros que nem nós no princípio esperávamos marcou-se pela sintonia perfeita entre o partido político e sua candidata. A luta em prol de uma sociedade equilibrada e justa do ponto de vista social e ambiental está e continuará no cerne das preocupações do Partido Verde.



Por essa luta, esforços foram empreendidos e dificuldades iniciais superadas. O Partido Verde tem como marca teses avançadas e pioneiras, que sempre abrangeram, além da questão ambiental, o apoio à luta das minorias e a defesa de temas como a união homoafetiva e a descriminalização do aborto e das drogas, entre outros. Com generosidade e respeito às diferenças, para receber Marina Silva sem quaisquer freios, estabelecemos a cláusula de consciência, que permite que filiados explicitem suas posições pessoais em relação a itens do programa partidário em face de convicções religiosas. Reconhecendo desde o início a relevância política de Marina, foi alterado, também, o número de membros da Executiva do partido, de maneira a abrir espaço a vozes diretamente ligadas à futura candidata.



Também fomos o partido que lançou o maior número de candidatos aos governos estaduais com o objetivo de consolidar a candidatura presidencial, o que dificultou o fortalecimento da nossa bancada Federal, que baixou de 15 para 14 deputados. Com olhar para o país, assumiu-se que o partido e Marina deveriam se empenhar para estar em plena convergência.



Não podemos nos furtar, todavia, a expressar nossa posição sobre a situação que gerou a polêmica em torno da possível saída de Marina Silva de nosso partido. Consideramos que estamos passando por nossa primeira grande crise de crescimento. O Partido Verde e suas lutas, entretanto, são maiores do que qualquer pessoa. Temos certeza de que ultrapassaremos os problemas atuais e sairemos fortalecidos desse processo.



Deve ser dito que não nos recusamos, em momento algum, a efetivar aperfeiçoamentos nas regras que moldam o funcionamento de nosso partido. Estão programadas atualizações programáticas e elas ocorrerão, no tempo oportuno dos verdes, e como decorrência de amplo debate interno e com a sociedade, não da imposição de grupos determinados que integram o partido. Cabe explicar que, no atual estatuto do Partido Verde, não se apresentam quaisquer óbices à participação dos filiados nos processos internos de tomada de decisão. Muito ao contrário.



A transformação dos partidos políticos, como toda construção social, necessita ser conduzida de maneira democrática e responsável. Os processos nesse sentido devem ter como base a tolerância, a abertura para negociação, a persistência, a paciência e a humildade. Não abriremos mão das discussões necessárias, francas e abertas, antes de efetivar modificações na organização e na dinâmica de nosso partido.



O Partido Verde lamenta muito essa falsa polêmica artificialmente inflada sobre a falta de democracia interna, que tem gerado distorções injustas na imprensa brasileira. Continuaremos sempre abertos para receber em nossas fileiras pessoas que entendem que a luta pelo coletivo é muito mais relevante do que a luta pelo individual. A construção da sociedade do futuro demanda trabalho árduo e permanente, que não pode prescindir de cidadãos dispostos a ajudar. Enfatizamos, contudo, que, independentemente de qualquer pessoa, o partido opta por continuar pautado por seus princípios e ideais.



Os signatários deste documento veem no Partido Verde um instrumento cuja existência só faz sentido na medida em que sirva para transformar concretamente a realidade, mediante a ampliação da democracia e da equidade social. Comprometem-se publicamente a promover amplos debates, com seus filiados e com a sociedade de forma geral, para continuar formulando e atualizando sistematicamente os posicionamentos do partido em relação aos principais temas que afetam os brasileiros.



Mantêm os seguintes compromissos:



Preparar o partido para a atualização estatutária e programática, a ser aprovada em convenção nacional que será realizada em março de 2012;

Mobilizar o partido para responder da forma devida aos principais temas em pauta no país, como a reforma política e a reforma tributária, assim como para enfrentar a pressão por retrocessos na legislação florestal e pela implantação de novas usinas nucleares, entre vários outros assuntos importantes que poderiam ser citados;

Preparar o partido para as eleições municipais, estimulando candidaturas próprias, especialmente nos municípios onde houver dois turnos de votação;

Promover o recadastramento dos filiados, simultaneamente a uma grande campanha nacional por novas filiações.





EXECUTIVA NACIONAL DO PARTIDO VERDE

Carta aos verdes.

Carta aos Verdes



(05/07/2011 - 16:48)





Após um período de grande complexidade política, em que o dirigente Maurício Brusadin acabou se desligando da presidência do Partido Verde do Estado de São Paulo, foi iniciado um movimento pela Executiva Estadual a fim de dar continuidade ao trabalho até aqui desenvolvido e garantir a estabilidade institucional necessária para o enfrentamento do processo eleitoral de 2012, que já se avizinha.



Com ampla maioria dos votos dos dirigentes, além do apoio de todos os deputados estaduais e federais, foi homologada, no último dia 4 de julho, a indicação do nome deste dirigente para ocupar a presidência estadual do PV, mantendo-se todos os demais membros da direção partidária, inclusive o de Maurício Brusadin, que permanece como membro da Executiva Estadual.



Gostaria de destacar que esta alternância na direção não compromete o processo já em curso de estruturação e consolidação do Partido Verde nas bacias, cujas eleições para a coordenação foram realizadas recentemente e de forma direta em todo o Estado, numa demonstração clara de maturidade política e conduta responsável dos verdes paulistas.



Assumo com o compromisso de dar sequência ao processo de democratização interna com a realização das eleições diretas para a direção das comissões municipais classificadas como Cartão Verde e Cartão Dourado na avaliação pós eleitoral. Isto será implementado a partir da entrega das listas de filiados ao TRE, em outubro próximo, possibilitando assim o nascimento dos primeiros diretórios municipais com validade permanente do Partido Verde no estado de São Paulo.



E embora os próximos desdobramentos do cenário político nos levem a algumas mudanças de trajeto neste amplo caminho dos Verdes, serão dadas todas as garantias de permanência das executivas municipais já aprovadas nas bacias, assim como iremos priorizar os projetos de candidatura própria às prefeituras como sempre fizemos.



Por fim, gostaria de ressaltar que, embora minha trajetória política seja de conhecimento da maioria dos Verdes, sempre pautei minha atuação partidária com base programática, na coerência ética e no diálogo democrático e é nestes aspectos que me coloco à disposição de todos.



E por ter a convicção de que não precisamos de um “partido de iguais”, mas de uma agremiação política com projetos que respeitem e reconheçam as diferenças para o bem da sociedade que representamos, assumo o compromisso de lutar pela democracia interna e contribuir para que o PV se efetive no cenário nacional como o caminho para a nova forma de fazer política, conforme preconiza o programa dos Verdes no Brasil desde nossa fundação, em 1986. E, para isso, conto com o apoio de todos.



Com as melhores saudações verdes,



Marco Antonio Mroz

Presidente Estadual

Partido Verde do Estado de São Paulo